18 de julho de 2013

8º Dia - Cidade e Neve

    Acordei de manhã, olhei para a janela e gritei: NEVE !!! Acordei todos para ver, não achava que iria  nevar enquanto estivéssemos e Bariloche.

    Mas mesmo assim, esse dia começou "bem". Perdemos o passeio para Puerto Blest.
   Voltamos para a cidade para tentar recuperar o dinheiro do passeio. Enquanto estava na agência, olhei para fora, eram umas 11:30 da manhã, e quando olhei, estava nevando novamente !!!! E muito, chamei o Gabriel pelo rádio e fui me encontrar com ele, e a neve ficou mais forte. Tiramos muitas fotos, filmei e lembrando de um comentário de um colega, até abri a boca para "comer" neve.
Pegamos o carro e fomos para a catedral da cidade, onde lá a neve ficou mais forte e bonita e onde
tiramos mais fotos. 
   Já cansados de tirar muitas fotos, e a neve diminuindo, fomos para a base do cerro Otto para tentar tirar a foto-montagem, mas infelizmente ainda estava fechado por causa do vento. Voltamos para o hotel para pegar as roupas de neve e devolvê-las, e na volta, paramos na Fábrica do Museo del Chocolate. Lá compramos o ingresso, $30 o adulto e $15 criança, sendo que metade do valor serve como desconto  mas para ser sincero, não vale muito a pena. O museu é apenas um passeio com uma guia contando a história do chocolate; é interessante, mas nada demais. Não se entra na fábrica, apenas a vê de uma janela em um corredor. Mas mesmo assim, para quem nunca foi a uma fábrica de chocolate, é interessante conhecer.

    Fomos então para a cidade entregar as roupas de neve onde alugamos 1 semana antes. Gabriel estava querendo muito comer no La Mamadeira, mas no dia anterior não tínhamos encontrado, só que, nesta manhã, enquanto andávamos pela Mittre, localizamos a lanchonete por acasao. Então, fomos para lá  "almoçar". Gabriel pediu uma "Hamburquesa com quejo e papas fritas" e eu e Cris pedimos um "Pancho" (um super cachorro quente, de uns 30 cm!) que podíamos escolher 3 molhos. A comida, apesar de nada saudável, foi gostosa, e Gabriel ficou satisfeito em usar as mamadeiras para colocar os molhos no sanduíche dele.

     Saímos de lá e fomos ao Museu da Patagônia, que fica no Centro Cívico da cidade.  O museu é muito legal, conta muito da história da colonização européia da região, com exposição de inúmeras peças, tanto dos exploradores quanto dos povos indígenas que habitavam o local. Para quem gosta desse tipo de passeio, é uma parada obrigatória, e preço, simples $15 pesos por pessoa.
     Do museu fomos para a Av. Mitre tomar um sorvete na loja Del Turista. Entrando nela, ficamos boquiabertos com o tamanho. Pensávamos que era apenas mais uma lojinha de chocolates, mas não, lá dentro parecia até um shopping, tinha uma parte de vendas de chocolates, um balcão com um senhor fazendo as barrinhas e bombons de chocolate para todos acompanharem, uma lanchonete com dezenas de mesas, um balcão de vendas de Helados (sorvetes), e até uma casa de câmbio (???) ! Pedi então um Milk Shake de "Dulce de Leche" para mim, Cris pediu uma casquinha e Gabriel um pote de 1/4 Kg de sorvete. Para nossa surpresa (não havíamos acostumados ainda???) o sorvete da Cris era de 2 bolas (e gigantes!), o pote do Gabriel era de 3 bolas, e meu Milk Shake de uns 500ml... Lutamos para tomar tudo... de novo...

         Antes de terminar o dia, paramos novamente no Ponto Uno para Gabriel patinar novamente no gelo. Estava mais cheio por causa do horário, mas deu para patinar legal, Gabriel ficou mais esperto na patinação e começou a patinar melhor e mais rápido. Infelizmente, para terminar o dia melhor ainda, não sei se confundiram com as que a patinação fornece, ou foi de propósito (mais provável), mas levaram minhas luvas térmicas enquanto estava colocando os patins e tentando ajudar Gabriel a colocar os dele.
       Voltamos então para o hotel, onde fui com o Gabriel para a piscina, esperar o tempo passar e nos preparar para mais um jantar.... o último em Bariloche.

La Salamandra Pulperia

     Fomos jantar então na última reserva que tinha feito em Bariloche. o restaurante La Salamandra Pulperia é um pouco afastado do centro da cidade, mas à beira da Av. Bustillo, que beira o Lago. Chegando lá, fomos muito bem recebidos por uma brasileira, dona do restaurante, que nos acomodou na mesa e nos atendeu com uma atenção especial. O ambiente também é muito aconchegante, com uma iluminação toda especial.

      Pedimos o único prato disponível no cardápio, um "Ojo de Bife" acompanhado com rúculas, tomate cereja, abacate e molho "chilli chulli", além de umas empanadas como entrada. A comida estava deliciosa, mas por causa do único problema desse restaurante (o cardápio muito limitado) resolvemos não pedir a sobremesa.