21 de janeiro de 2014

9º Dia - Beto Carrero World

      Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir que leiam meu relato nestes próximos 2 dias com cuidado.  No meu ponto de vista, o Bet Carrero World é uma tentativa de se aproximar os parques do Brasil com os parques existentes na Disney, e acho isso muito interessante. Muitos dos meus comentários eu irei comparar com os parques da Disney, principalmente aquilo que acho que o Beto Carrero deveria repensar ou modificar para melhorar seu serviço e fornecer uma diversão melhor para seus visitantes. São opiniões pessoais, algumas delas também não dependem do parque, e sim da difícil educação dos visitantes. Ressalto que em geral gostei muito do parque, pois não temos nada parecido aqui no Brasil.

      Chegou o grande dia. Acordamos às 7:30 e fomos tomar o café da manhã no hotel, que era bem servido. Nos arrumamos e fomos para o Beto Carrero World, localizado a uns 10km do Hotel Pedra da Ilha. O dia amanheceu nublado, sem chuva, perfeito para não ficarmos tostando no sol e nas filas que imaginava iria ter que enfrentar. O parque abre às 9:00.

       Foi bem fácil chegar lá, o estacionamento fica bem do lado do parque, e achei pequeno (posso estar enganado) para o tamanho do parque, praticamente sem demarcação de vagas, de terra batida (alguns lugares tem paralelepípedos). Também, cobram R$ 30,00 a diária, o que acho já um absurdo. Os parques da Disney, por exemplo, possuem estacionamentos imensos, todos asfaltados e demarcados, com pessoas organizando os carros e trenzinhos para pegar quem estaciona longe (ou perto também), e tudo de graça.

       A entrada é muito bonita, chamada de Castelo das Nações, um castelo super colorido e de dimensões consideráveis. Existem pessoas oferecendo tirar uma foto familiar da entrada, mas nos recusamos. Fui direto para o guichê de voucher para trocar meus ingressos, pois tinha já comprado todos antecipadamente pelo site do parque. Internamente, tudo muito bonito também, com separadores para as filas, exposições dos super carros e também atores do show Excalibur posando para fotos com os visitantes. Achei o parque bem vazio, pensei que iria pegar um tumulto como todo lugar no Brasil, mas não, estava tudo muito tranquilo. A fila do guichê de voucher (para trocar os ingressos do show Excalibur) demorou um pouco (eu era o 3º), mas só tinha um guichê, imagino que se fosse comprar o ingresso na hora seria até mais rápido, mas a procura é grande e poderia não conseguir, ou se o parque estivesse bem cheio. Na entrada nossa digital é colhida, e aqui vi outra diferença para os parques da Disney: revista de pertences. Lá na Disney nossas mochilas e bolsas são revistadas rapidamente logo depois da entrada por segurança, no Beto Carrero não tem isso. Percebi também que existe um trilho de trem passando por toda a entrada e até um que entra no Castelo das Nações, mas está desabilitado, seria muito legal se passando da roleta, pudéssemos já pegar o trem para conhecer toda a extensão do parque e o que ele pode nos oferecer. O Magic Kingdom tem uma atração dessa (a Walt Disney World Railroad ), e pelo mapa do Beto Carrero, deveria ter uma também, mas pelo visto também está desativado, uma pena.



      Passando a entrada, um grande pátio aberto dá uma idéia de todo o tamanho do parque, e acho que ali poderiam ter algumas atrações também, e cabe muita coisa legal mesmo, pois ali é o "comitê de boas vindas", no entanto, estava vazio. Nos dirigimos diretamente para os brinquedos radicais, e paramos na fila do Star Mountain, pois estava com medo de ter que enfrentar muita fila se não aproveitássemos logo. Nessa hora, a fila estava pequena (e é coberta também), e como a montanha russa tem muitos lugares, ela andou bem rápido. Tivemos a sorte de pegar os lugares da frente, e a volta foi muito boa, pois é uma montanha russa pequena, mas com várias voltas e loops.

      Saímos de lá e fomos para a Firewhip, outra montanha russa, só que maior e mais radical, onde os carros são presos por cima e ficamos com os pés soltos, fazendo vários loops e parafusos. Ficamos um bom tempo na fila dessa vez, ainda bem que estava nublado. Notei no brinquedo vários pontos de ferrugem ou desgastados (principalmente nos bancos), até a pintura da entrada principal dela estava desgastada e com as junções aparentes. Fora isso, o lixo (papéis de bala, sorvete, garrafas de água, etc...) que os visitantes jogavam nos jardins e lagos que embelezam o brinquedo mostram a total falta de educação desse povo, não era por falta de lixeira. A volta na Firewhip é muito legal, bem radical, e por causa da tensão Gabriel passou o resto do dia com o pescoço dolorido. É filmada também, na saída pode-se comprar um DVD com do passeio, mas o preço é um pouco salgado (mais ou menos R$ 40,00). 

Show Excalibur


      Saindo da Firewhip, passamos em frente ao Elevador do Terror (Free Fall), mas estava com uma fila muito grande, e como estava chegando perto do horário do almoço (creio que eram mais ou menos 11:20), nos dirigimos para a entrada do show do Excalibur. Chegando lá, nos assustamos, a fila já estava imensa! Graças aos comentários da internet, já sabia que eu tinha que comprar as bebidas antes, e a Cris ficou na fila.
      O Excalibur é um show medieval, contando uma versão da lenda da espada de mesmo nome, do rei Arthur e com participação de vários cavaleiros, o mago Merlin, etc... Toda a ação passa em um largo corredor de terra no centro e, ao longo dele em um ambiente mais alto, as pessoas se sentam para almoçar enquanto assistem o show. Pode-se escolher entre vários times (por cores), bastando você se sentar no time para que quer torcer.
 
   
      Entramos no show e nos sentamos na primeira fileira, a mais próxima ao corredor, mas decidimos trocar de lugar para um mais alto, pois o muro de proteção, feito parte de vidro e parte de madeira atrapalhava um pouco a visão. Então nos mudamos para a terceira e última fileira, do time azul. Ao nos acomodarmos, logo veio um garçom perguntando quais bebidas queremos. O cardápio do almoço era fixo: Batata frita, purê, arroz, tiras de filé com molho, coxas de frango, polenta frita e salada. Não se pode escolher, é tudo isso que vem e pronto, não tem opção. Rapidinho vem outros trazendo o almoço, e fiquei assustado ao recebeu o meu, devido à quantidade da porção dos "gordurosos" que vinha no prato, e a salada era APENAS uma couve flor, bem no estilo americano (se bem que lá, se pedimos salada, é de verdade!). O parque devia levar mais em conta a qualidade das refeições servidas! Imagino quanta comida jogada fora, pois creio que 90% das pessoas não comem tudo isso.
       O show começa e as luzes logo se apagam, portanto, sugiro que comam logo antes de começar o show, pois com as luzes apagadas fica mais difícil, além do que você perde parte do show, mas não é impossível comer com as luzes apagadas não, pois não fica totalmente escuro. O show é muito legal, você torce para seu cavaleiro enquanto a trama se desenvolve, muita ação, lutas e cavalos. Bem estilo medieval e divertido.

      Saindo do Excalibur fomos conhecer as outras áreas do parque. Gabriel gostou muito da Ilha pirata, um local bem caprichado, com vários cenários, e uma entrada espetacular: uma extensa ponte com uma caveira no final, sendo a entrada da ilha a boca da caveira. Lá dentro, tudo relacionado a piratas, uma lanchonete, grutas escuras com tesouros e até o já conhecido barco pirata que dá uma dor de barriga lascada.... A casa dos espelhos é interessante, mas os espelhos precisam de um retoque ou uma melhora, pois os efeitos são mínimos e não tem muita graça. Acho que essa foi a parte que Gabriel mais gostou.

   
  Saindo da Ilha pirata, paramos para tomar um sorvete em uma sorveteria enorme (acho que é o Palácio dos Sorvetes), onde tomamos sorvetes deliciosos. O mais engraçado são os sorvetes feito para as crianças, em formato de bichinhos, cada um mais bonito que o outro. Resolvemos deixar o show dos Velozes e Furiosos (14:00) para o dia seguinte e assistir o Blum (Aqua) às 16:00, mas antes, continuamos nosso passeio pelo parque e resolvemos ir em direção à Big Tower (do outro lado do parque, mas passando pelo Zoo. 

     No caminho, encontramos vários lugares e Gabriel ia parando em todos. Aproveitamos também e fomos na montanha rusa para crianças menores, a Tigor Montain. Um passeio simples e gostoso, pelos menos para experimentar (afinal, até na montanha russa da Shamu nós fomos!). Mas o lugar que mais gostamos e passamos o maior tempo foi o estábulo dos cavalos do show Excalibur. Vários lá tinham acabado de fazer o show, estavam almoçando e nem ligaram quando chegamos, mas aos poucos eles acabaram e alguns foram para a "janela" e deixaram serem acariciados. Cada um mais bonito que o outro, com destaque ao Rossi e ao Dragão que adoraram os carinhos e quando parávamos eles mexiam as cabeças pedindo mais.
Foi difícil sair dali. Quando finalmente conseguimos, fomos em frente e encontramos a selaria Faísca, uma loja com tudo relacionado a cavalos (vende até selas completas!), e junto dela um estábulo com mais cavalos que fazem parte do show O Sonho do Cowboy. Mais uma vez paramos e ficamos um bom tempo por lá, com cada cavalo lindo, e o mais interessante: a presença do próprio Faísca, o cavalo do Beto Carrero.


      Continuamos nosso passeio e passamos pelo zoológico, um lugar no meu ponto de vista muito triste, pois não consigo ver aqueles animais presos em um espaço pequeno sem poder correr e desfrutar a liberdade que necessitam. Tem vários animais muito bonitos por lá, passamos rapidamente pela seção dos tigres e leões, em direção à Big Tower, não deu para ver, estávamos com pressa e depois passaríamos por lá com mais calma, mas Gabriel sempre parando para ver uma ou outra coisa que achava. Chegando na Big Tower, quase caí para trás, uma fila enorme, e o pior: 3 dos 4 conjunto de cadeiras (cada conjunto com 4 cadeiras) estava sem funcionar, apenas 1 estava funcionando, e demora bastante até se fazer o ciclo completo. Calculei que ficaríamos horas na fila e desistimos por enquanto. A fila do trem para o Dino Magic também estava imensa, mas esta anda bem rápido (no dia seguinte fomos e falarei mais a respeito no blog do próximo dia), pois o trem é grande, mas descartamos a possibilidade de ir neste momento, pois não podíamos perder tempo com filas para assistir o show do Acqua. 

      Voltamos então pelo mesmo caminho até o local do show do Acqua, e o que estava vazio quando fomos em direção à Big Tower, estava já com uma fila imensa. Isso faltando mais de 1 hora para começar o show !!! A Cris então ficou na fila enquanto eu e Gabriel fomos fazer outra coisa e ficamos em contato pelo rádio (importante ! Leve sempre um, pois é melhor que celular nesses lugares). Gabriel escolheu ir na Firewhip novamente, mas como a fila estava muito cheia, resolvemos ir no Elevador do Terror. Chegando lá o brinquedo estava fechado para manutenção (outro problema crítico do Beto Carrero), então fomos novamente na Star Mountain, que não tinha nenhuma fila e entramos de imediato. Saindo de lá, voltamos para onde a Cris estava, pois o Elevador do Terror continuava em
manutenção, tentamos tirar foto com o Po ( Kung Fu Panda) mas a fila já tinha sido fechada e ficamos na fila do Acqua esperando o teatro abrir. Avisaram que poderia atrasar um pouco porque deu problema no sistema de iluminação, e enquanto isso um palhaço que anda pelo parque distraía as pessoas e dava susto nas que passavam, todos gostavam. 

ShowAqua/Blum

      A espera foi árdua, o sol estava forte e estava difícil aguentar tanto tempo, pois a fila não era coberta, nem mesmo a parte de "zigue-zague" (que não foi aberta). O show estava marcado para às 16:00, e às 16:05 a porta foi aberta para o público entrar. Tudo ocorreu tranquilamente até entrarmos no teatro. Lá, os funcionários nos encaminhavam para a parte de baixo do mesmo, com a desculpa que era melhor ver a apresentação de lá, mas a verdade era para encher mais a parte de baixo, pois quando entramos só sobravam as cadeiras bem no cantinho. A parte de cima do teatro estava totalmente vazia, e ficamos no corredor até liberarem. As pessoas já irritadas com a espera na fila também ficaram irritadas com essa atitude que ninguém entende porque não se pode deixar todos escolherem o melhor lugar que as agradam. Quando liberaram a outra parte, foi outro stress entre as pessoas, brigando pelos lugares. Eu já tinha colocado nossas mochilas nas cadeiras e tinha gente já reclamando de tudo.

      Só abrindo um parênteses aqui, acho que algumas pessoas podem se confundir (como eu), pois no site não fica muito claro: Acqua é o nome do teatro e Blum é o nome do Show. O show não demorou para começar, e vale a pena assistir. É na verdade um tipo de Cirque du Solei  ambientalizado no fundo do mar onde brincam com luzes e malabarismo. As roupas são bem feitas, o cenário também e os malabaristas fazem ótimas apresentações. Senti falta de um contexto, uma história, pois o show termina sendo basicamente malabarismo, e se colocassem uma história por trás de tudo, ficaria nota 10. Com isso a duração do mesmo ficou em 30 minutos (alguns lugares informam que a duração é de 45 minutos) e saímos com a impressão que foi pouco e faltou algo,  principalmente depois de tanto stress lá fora e na hora de entrar. Não tirei fotos, nos pediram para não filmar ou fotografar, mas muitas pessoas ficaram filmando ou fotografando durante todo o show. Mais uma falta de educação desse povo.

     Resumindo, minhas dicas para o Show Acqua/Blum:
  • Chegue cedo (1:30 antes!) para enfrentar a fila
  • Leve um guarda-chuva/sombrinha para enfrentar o sol
  • Sente no centro, nos cantos nunca é melhor
  • Não acredite nos monitores que falam que somente as cadeiras de baixo são as melhores. Siga seu instinto e sente onde você acha melhor para você. O parque deveria parar com essa prática.

 
     Saindo do show do Acqua, entramos na fila (logo do lado) para tirar fotos com os personagens do Madagascar (Leão Alex e os pinguins). A fila estava um pouco grande, mas o pessoal é muito rápido para tirar as fotos, e a fila andou rapidamente. Uma coisa que senti diferença para os parques da Disney é que lá, essa foto não é apenas um "clique", mas você acaba interagindo bem mais com os personagens, alguns até conversam com você. Perde-se mais tempo, é claro, mas a experiência é muito mais gratificante, pois mesmo perdendo tempo na fila (que normalmente tem distrações no meio, como o do Buzzlightyear e o Wood), você sai mais satisfeito com o pouco tempo que interage com os personagens. Já no Beto Carrero, a fila é rápida, mas também, basta uma pose e já acabou, o pessoal do parque pega sua máquina para tirar foto de todos.

       Já estava no final do dia (os brinquedos do parque fecham às 18:00), e a fila do show O Sonho do Cowboy já estava grande (início às 18:00). Resolvemos deixar para o dia seguinte também e voltamos para os brinquedos radicais. Dessa vez, passamos pelo Jardim Secreto, pensei ser algum lugar com muitas flores, mas na verdade existem 3 ambientes: um com 2 chimpanzés (que Gabriel adorou porque faziam gracinhas), um com um tigre Branco (parecia triste e entediado) e outro com um leão e 3 leoas. Os ambientes são muito bonitos, mas para o porte desses animais, como já disse, deu uma tristeza pois é muito pequeno para eles ficarem lá. 

      Fomos então para a Big Tower, e chegando lá, uma grande surpresa: estava com a fila muito pequena !! Entramos correndo nela, mas mesmo assim, por ter apenas um conjunto de cadeiras funcionando, ficamos um bom tempo esperando (uma tristeza, pois se estivesse funcionando totalmente evitaria muita fila e poderíamos ir mais vezes). A torre é muito alta (100m de altura, 30 andares), ficamos mais tensos na subida da cadeira do que com ela caindo, pois parece que não para de subir nunca, e quando chega finalmente no topo, dá para apreciar toda a beleza da região, e são apenas alguns segundos até a cadeira começar a cair. Já tinha ido em algo parecido na Island of Adventure (na Dr. Doom Fear Fall), mas a sensação é diferente, pois lá são 60m de altura e a cadeira é impulsionada com velocidade para cima, descendo mais devagar, e na Big Tower é o contrário.

      Não quisemos enfrentar novamente a fila da Big Tower e fomos para o Elevador do Terror (Free Fall), que já tinha sido consertado a essa hora. Não tinha fila nenhuma, e entramos diretamente. O elevador sobre a uma altura de 18 andares e despenca logo a seguir a 90km/h, fazendo uma curva. Você chega no final deitado, e ele então desce para a saída. Ao sair, Gabriel foi conferir a foto tirada, gostou, mas queria testar outra foto, então corremos (já era praticamente 18:00) para a entrada do brinquedo e fomos novamente. Gabriel não gostou da segunda foto e compramos a anterior (R$ 15,00, pequena). Nesse momento, os brinquedos fecharam e não pudemos mais ir. E aqui vai outra das minhas dicas:
aproveite o final do dia para ir nesses brinquedos, tanto aqui quando na Disney, nesse horário eles sempre estão bem vazios ! Saímos tirando fotos dos locais que ainda não tínhamos ido, e observamos alguns absurdps, como famílias inteiras que alugam carrinhos elétricos para todos (deveria ser apenas para cadeirantes, idosos ou pessoas com necessidades especiais, não?), com preguiça de andar pelo parque, inclusive para crianças grandes e até adultos normais, que deveriam dar o exemplo e ensinar que um pouco de exercício não faz mal para ninguém. Essa é a geração que vivemos, tanto aqui quando nos parques da Disney vimos tal prática, uma vergonha.

      Voltamos para o hotel, tomamos um banho e fomos jantar no Cardazzo's Pizzaria, uma pizzaria muito bem conceituada, e pelo que percebemos no dia anterior (da tempestade), estava bem cheia também. O ambiente é muito gostoso, tudo muito bem aconchegante, limpo e bonito. A decoração de natal ainda estava presente. Fomos muito bem atendidos, o restaurante serve rodízio de massas, mas como não comemos muito, escolhemos a la carte mesmo. Notamos que o serviço de rodízio é muito bom, a toda hora passavam vários tipos de massas e pizzas, e não vimos um instante que as mesas ficavam sem serem servidos. A pizza que pedimos também estava deliciosa, com massa fina sem ser crocante e recheio caprichado. Aproveitei e pedi uma 1/2 garrafa de vinho, que estava a um preço aceitável, pois os vinhos do hotel estavam impossíveis de tão caros.