15 de março de 2015

Dia 4 - Meia Maratona, Rockfeller, Hockey

     Este foi um dos dias mais esperados. Acordei pelo menos 2 vezes à noite, ancioso. No dia anterior eu deixei tudo arrumado para minha corrida, chequei o despertador, etc... mesmo assim não consegui relaxar. 

     Mas este dia tem muito mais para contar do que a corrida, muita coisa aconteceu. Portanto, deixei o relato da corrida em um tópico separado, veja aqui



      Neste dia fazia muito frio, e também ventava muito. Depois da corrida, e de um bom banho, fomos procurar um lugar para almoçar. Resolvemos então experimentar um dos famosos X-Burguers de NY, o Shake Shack. Depois de andar um pouco procurando algum perto, paramos no Shake Shack na theather district, da 8th Ave. O lugar estava cheio, muito cheio, ficamos na fila de fora do estabelecimento para entrar. Mesmo assim, a fila andava rápido, não ficamos muito nela, e ficamos aliviados ao entrar, pois lá dentro estava mais quentinho. Só que lá dentro estava muuuito cheio, quase impossível arranjar um lugar para ficar, o lugar era pequeno e tinha muitas pessoas já esperando lugares. Depois de fazer o pedido, ficamos procurando um lugar para sentar, fui chamado par apegar meu pedido e a Cris conseguiu uma bancada para comer, mas em pé mesmo, cadeira nem pensar... só no final da refeição conseguimos ao lado da mesma bancada umas cadeiras. O Hamburguer estava caprichado, com bacon e até uma pimenta que não ardia muito e era muito gostosa, embora não coma mais esse tipo de comida, de vez em quando eu abro uma exceção, afinal: "Na América, faça como os Americanos", não é ?

      Saindo do Shake Shack, andamos em direção à Times Square. No meio do caminho, encontramos por acaso a rua onde passa a peça do Fantasma da Ópera, que recentemente foi filmado o filme que ganhou o Oscar: Birdman. Foi legal reconhecer todo aquele ambiente que tínhamos acabado de ver no cinema, tudo igualzinho, inclusive o teatro que ele atuava no filme.
      Na Times Square, fomos conferir a loja da Disney, imensa, 2 andares, muitas mercadorias, muita gente, muito bonita. Saindo da Times Square, fomos andando até o Rockfeller Center, passando pelo Bryant Park e a Biblioteca Pública novamente. Lá, passei novamente na Gamestop para fazer uma troca e tomamos um chocolate quente no Starbucks, que era ali do lado, além de visitar com mais calma a Lego Store.

      De lá, fomos diretamente para a Madinson Square Garden, onde teríamos um final de tarde para assistir um dos jogos que os Nova Iorquinos mais gostam: Hockey no gelo. Quem iria jogar eram os NY Rangers x Memphis Grizzles. Pegamos o metrô e chegamos no Madinson bem em cima da hora. Chegando lá, um vento inacreditável quase nos levou para longe ! Sorte estarmos bem perto da entrada. Após entrarmos, tivemos que passar pela segurança, que verificou minha mochila e a bolsa da Cris (tive que jogar minha água que ganhei na corrida fora, fechada) e passaram detectores de metal em nós. Lá dentro, tudo muito grande e muito limpo, o Madison Square Garden é uma obra magnífica, imensa mesmo, muito bem cuidada. No térreo, muitas lojas de itens dos Rangers, e nos andares muitas lanchonetes para atender os torcedores durante o jogo.

     








 
        Quando chegamos estavam cantando o Hino Nacional e o jogo começou logo em seguida. O estádio estava lotado, os torcedores muito animados e aprendemos o grito dos Rangers: Let's go Rangers ! toda hora alguém puxava um coro que o estádio todo repetia. Comemos como autênticos americanos: um cachorro quente (meio esquisito, devo dizer) no intervalo. O interessante é que durante todo o jogo, fileiras são sorteadas para ganhar prêmios, como camisetas ou pizzas e nos intervalos sempre colocam alguma apresentação (fizeram uma apresentação de patinação artística no primeiro intervalo, e no segundo colocaram crianças jogando Hockey). Foi uma experiência maravilhosa, adoramos o jogo !

      Saindo do jogo, a programação era ter uma noite em um restaurante com Jazz ao vivo. O escolhido foi o Garage, em um bairro onde existem vários clubes de Jazz. No entanto, esta programação acabou sendo cancelada, pois quando saímos do metrô, meu celular estava quase sem bateria e o GPS passou a não funcionar por causa disso. Andamos um pouco pelo bairro tentando encontrar o restaurante, mas sem sucesso, e como estava muito frio e ventando muito, a Cris preferiu voltar para o hotel.