26 de agosto de 2011

11º Dia: Busch Gardens


     Busch Gardens é um parque Zoológico, conhecido também pelas suas inúmeras montanha russas. Está localizado em Tampa Bay, a 1 hora e meia de Orlando. O percurso é super fácil, indo sempre pela Interestadual I-4, uma pista larga e super fácil de se dirigir. Com o carro que eu aluguei, um Dodge, eu acionei o piloto automático (que mantia automaticamente a velocidade estipulada) eu só precisei me preocupar com a direção. Eu basicamente nem precisei acionar freio ou acelerador, indo em velocidade constante o tempo todo. 
     Chegando lá eu tive que passar na bilheteria para pegar os FastPass que comprei para que pudesse passar pelas filas e aproveitar o parque melhor. Entramos e o parque estava relativamente vazio. O parque, sendo também um zoológico é muito bonito, muito bem conservado. Vemos montanhas russa por todo lado. Acho que posso resumir nossa visita a esse parque como uma caça às montanha russas ! Cris, que não gosta muito ficou vendo os animais enquanto eu e Gabriel íamos nos brinquedos, e eventualmente íamos ver também. rs.

     Entrando no parque já fomos atrás da primeira e fomos logo no Cheetah Hunt, conhecida pela sua velocidade. É claro que íamos observando os animais durante o percurso. Os carrinhos da montanha russa são acelerados em uns 3 pontos do percurso, atingindo uma velocidade considerável. Muito boa a experiência !




     Saindo de lá fomos para a próxima, chamada de Gwazi. Essa montanha russa me deu medo. Ela possui 2 percursos, mas apenas um estava aberto neste dia. Ela é feita toda de madeira, que parecia muito velha, e o carrinho era do tipo trenzinho com banco único que cabiam 2 pessoas, cuja a única proteção era uma barra de ferro que descia no colo dos dois ocupantes do banco.
     O estilo de tudo é muito antigo, então o carrinho é duro, sem conforto nenhum, sem lugar para se pegar a não ser a frente e as laterais do próprio carrinho, e não possui amortecimento nenhum. Como a estrutura é toda de madeira, são comuns irregularidades, e assim o carrinho pula e treme muito durante todo o percurso. Parece mesmo é que vai sair voando dos trilhos... siniiiistro....

     Neste momento, percebi que tinha perdido meus FastPass em algum lugar... que tristeza... mas felizmente isso não influenciou, o parque estava vazio o suficiente para aproveitarmos à vontade sem quase não perder fila. Na Kumba, nem precisamos sair do carrinho para andarmos novamente, pois não tinha fila.

     De lá a Cris aceitou ir em um brinquedo chamado TidalWave, um barco que cabem várias pessoas que navega por um pequeno rio até descer em uma queda bem alta. Refrescante e dá um certo frio na barriga, pois a proteção parece (só parece) não ser suficiente, a gente se sente solto, mas essa é a intenção do brinquedo, pois ele é bem seguro.

     Depois desse passeio, já eram mais de 13:00 e estávamos com fome. Paramos no Zambia Smokehouse para almoçar. Compramos um almoço kids para o Gabriel que vinha com um prato de souvenir e que levamos para casa para ele usar como lembrança do passeio.





      
     Continuando o passeio e apreciando a natureza do lugar, chegamos à montanha russa mais esperada por todos, a Sheikra. Essa é a mais alta montanha russa do parque. Entramos sem problema e sentamos logo nos bancos da frente. Ela possui um esquema diferente, os bancos são presos por baixo e você fica com as pernas soltas. Logo na saída você sobre tanto que pode ver outras montanha russas lá embaixo, algumas ficam até pequenas.
     Depois da primeira curva vem uma queda de 90º, mas antes o carro para uns 5 segundos bem no meio da curva da queda, para você ver "no que se meteu". É sinistro, dá aquele frio na barriga pois não sabe quando o carrinho vai ser solto, e aqueles 5 segundos parecem uma eternidade. De repente ele cai, e o ângulo é tão reto que você não se sente mais sentado, só sente sendo empurrado pelas costas !
     Mais para frente tem outra queda radical, mas nada como a primeira. Essa montanha russa é fantástica, e é muito legal de se andar, pois os carrinhos são confortáveis. Depois da Gwazi qualquer uma é tranquila.... Preciso falar que fomos nela 2 vezes ?

     A próxima atração foi a Congo River Rapids, aquele brinquedo de bóia de 6 lugares que desce um rio "nervoso". Este tipo de brinquedo sempre é muito gostoso e refrescante, pois a gente sai um pouco "molhado" dele.



     Passeamos por mais uma parte do parque enquanto íamos à próxima montanha russa, e o destaque do caminho foi o um tigre branco. Um animal lindo e grande, estava dormindo tranquilo na grama aproveitando a sombra da árvore.







     Chegamos então na Kumba. Essa montanha russa é muito boa, possui muitas curvas e inversões e também é bem rápida. Nessa nós fomos 2 vezes, e não precisamos nem sair do carrinho para ir a segunda vez, pois quando chegamos, não tinha fila nenhuma, somente poucas pessoas estava esperando para embarcar, então simplesmente ficamos no carrinho para ir novamente. 




     Depois das duas voltas seguidas, Gabriel saiu rindo do brinquedo e depois fui saber porque, meu  cabelo (ou 1/2 cabelo, ou seja, quando tinha um pouco), estava todo arrepiado por causa do vento e da sacudida do brinquedo.








     Em Busch Gardens existem também alguns show, mas não pudemos assistir nenhum nessa visita. Quem sabe em uma próxima ?

     A próxima montanha russa foi a Scorpion. Essa era bem pequena e feita para pessoas que não queriam encarar as maiores do parque. Mesmo assim ela era legal. Gabriel entrou de boné e o vento arrancou o boné no meio do passeio, caindo entre as ferragens do brinquedo. Conversei com o pessoal lá e me pediram para voltar quando o parque tivesse fechado para buscá-lo, pois por segurança eles não podiam entrar no meio dos trilhos para pegar o boné. O boné era muito estimado, comprado na Costa do Sauípe e Gabriel gostava muito, valeu a pena, pois voltamos lá depois que o brinquedo já tinha sido desligado e pegaram o boné pra gente.

     Neste parque também tínhamos algumas atrações inusitadas, algumas pessoas com fantasias estranhas alegravam quem passava por uma pracinha, as criança curiosas adoravam a novidade.



   
     Maia a frente Gabriel finalmente achou o ponto que ele mais gostava de todo os parque, talvez até mais do que as montanha russas: o Playground ! O Playground do Busch Gardens não era tão grande quanto os outros que ele tinha ido, mas era muito bom também e Gabriel aproveitou muito. Em seu todo ficava um brinquedo tipo uma asa delta com uma cadeirinha que fui com Gabriel.


    Cansado, enquanto Gabriel brincava no playground, comprei umas pipocas para todos e sentei em um banco desses compridos de praças para comer esperando eles saírem. De repente aparece um esquilo, vindo devagar e desconfiado em minha direção e é claro, interessado nas pipocas. Deixo uma cair "sem querer"perto de mim e ele pega. Deixo cair outra mais perto e ele se aproxima e pega também. De repente o esquilo some e não o vejo mais. Quando percebi, ele tinha dado a volta por trás do banco e subido pela outra ponta até o encosto, chegando bem perto de mim. Segurei uma pipoca na mão e coloquei para ele pegar. Ele o fez e sumiu.

      Já eram mais de 18:00 e o parque já estava fechando. Fomos em direção à saída, olhando os animais que não vimos durante nosso passeio durante o dia e parando na montanha russa Scorpion para pegar o boné que Gabriel tinha perdido. Saimos felizes, como sempre, e só um detalhe: andamos em TODAS as montanha russas que estavam abertas !!!!